quarta-feira, 23 de dezembro de 2009




Natal: a quem procuras?



A Vida manifestada em nosso meio...


A fragilidade da vida de um recém-nascido provoca diferentes emoções, mas nada se compara à profunda alegria para aquela que o gerou. Sob os olhares dos pais para o filho recém-nascido, reconhecendo a benevolência divina para com eles no ato de gerar, percebemos o inefável. Muitos parentes e amigos visitarão aquela pequena criatura que nada pode fazer por si própria.

Na manjedoura, os olhares de Maria e José testemunhavam a Salvação que alcançava toda a humanidade. Eles viram a encarnação do Verbo!

Para os pastores, que partiram ao encontro do "sinal" - foi anunciada a Boa Nova, que seria alegria para todos...

Para nós, o povo escolhido, o povo objeto dessa benevolência, a quem temos saído ao encontro no dia de Natal? O que temos procurado encontrar? O que conseguimos "ver" diante da Sua presença?

Muito mais do que as grandes mobilizações do comércio e do povo nas ruas, suas manifestações de alegrias em festas, a Igreja proclama a vida manifestada, e que nesses 2000 anos tem dado testemunho e anunciado a Vida Eterna, que no Pai estava e a nós se manifestou.

A mesma alegria inefável de Maria e José talvez não possamos alcançar, mas queremos ser agradecidos e tomando posse da graça da salvação, fazer como João "que veio para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele" (João 1,7).


Deus abençoe o seu Natal!

Seu irmão,



Marcelo

Missão Águia

quarta-feira, 18 de novembro de 2009



Testemunho de Neil Velez

Eu estava morrendo na cama de um hospital. Especialistas do Texas e da Califórnia viajaram à cidade de Nova York para me dizer que não podiam fazer mais nada por mim e que eu teria somente três meses de vida.

As válvulas do meu coração não estavam funcionando corretamente e surgiram tumores em minha cabeça, os quais faziam com que eu tivesse convulsões. Além do mais, um desses tumores oprimiu o nervo óptico deixando-me cego. Eu tinha hemorragias internas, vomitava sangue e caía banhado naquele líquido vermelho. Também padecia de meningite.

Enquanto me encontrava prostrado naquele quarto, debatia dia e noite com Deus. Minha discussão com o Senhor se centrava basicamente na seguinte passagem bíblica: 1 Pd 2,24, que dizia: “Por Suas chagas fomos curados”. Eu tentava esquecer esse versículo mas não conseguia. A cada segundo que passava me sentia mais irritado com o Senhor. Por que eu estava tão irritado? Porque esse versículo me falava em um tempo passado. Não dizia que eu ia receber a cura ou que esperava ser curado, mas que eu já estava curado, há pouco mais de dois mil anos em uma cruz. Enquanto aquele versículo atestava que eu tinha saúde, o meu corpo me mostrava exatamente o contrário. Nasci enfermo e minha condição foi piorando até perder a vista e ficar prostrado em uma cama. Toda essa situação chegou a tal ponto que começei a gritar e a brigar com Deus, dizendo-lhe textualmente essas palavras: “Duas coisas estão acontecendo aqui: Tudo isso é mentira ou eu não te conheço”. Nesse momento, escutei uma voz muito clara que me respondeu: “Meu filho, verdadeiramente tu não me conheces”.

Eu passei minha vida inteira dentro da igreja. Pertenço à segunda geração de um ministério, meus pais e meus tios me levavam desde pequeno com eles a retiros e vigílias. Em outras palavras, não conheço outra vida que não seja de igreja em igreja. Dediquei toda minha vida ao Senhor, me formei e me preparei na Igreja, passando inclusive por um seminário. Com 12 anos eu já estava ministrando. E Ele dizia que eu não o conhecia.

A verdade é que eu acreditava conhecê-lo. E aí está a confusão de muitos que estão convecidos da mesma coisa que eu pensava naquela ocasião. Alguns consideram que – por não faltarem nunca à Missa, receberem a Eucaristia diária e serem constantes na oração do rosário – conhecem o Senhor profundamente. Outros estão convencidos de que por estudarem Filosofia, Teologia ou Psicologia o conhecem. Assim como há aqueles que até pregam sobre Jesus Cristo e ainda não sabem sobre quem estão falando. E eu era um destes! Acreditava saber sobre Ele, não só pela minha preparação como também pela minha educação e experiência, mas eu estava equivocado. Naquela noite descobri que eu estava longe de Deus. Representava o personagem bíblico, que fala de coisas sobre as quais não entendia, conhecia-nas somente de ouvir falar (cf. Jó 42, 1-6).

Quando o Senhor voltou a me falar eu compreendi a razão das palavras d’Ele. Como pude, desci da cama, me ajoelhei e começei a chorar como uma criança. Entre gemidos lhe disse as seguintes palavras: “É verdade, meu Deus. Eu não te conheço! Mas hoje quero te conhecer”. Foi o dia em que fiz a oração mais importante da minha vida. Naquele momento, humildemente, abri mão de tudo o que eu pensava ser e ter, incluindo estudos, talentos, dons e formação. Naquele dia morri para mim mesmo e para tudo que eu tinha convicção de conhecer. Assim pude permitir que Deus nascesse em mim. Momentos antes de concluir a manifestação daquelas palavras, algo aconteceu comigo. Era uma dor tão forte que dava a sensação de que minha cabeça iria explodir. Quando senti que não podia mais resistir àquele tremendo sofrimento, começei a gritar como um louco naquele quarto. Gritei tanto que os médicos vieram correndo e entraram no quarto. Logo, de repente, aquela dor desapareceu e reinou a calma. Quando parei de chorar e sequei minhas lágrimas, abri meus olhos e notei que minha visão havia voltado. Estava contemplando o rosto daqueles médicos que me olhavam atônitos. Eu lhes dizia, cheio de emoção e alegria, que podia ver. Eles estavam maravilhados e em seguida começaram a fazer vários exames em mim e descobriram que os tumores e a meningite também haviam desaparecido.

Os médicos diziam não compreender o que havia ocorrido comigo. Diziam que era conveniente que eu não tivesse ilusão, já que, em muitas outras ocasiões, ocorreram alívios passageiros. Insistiam em me recordar que só me restavam três meses de vida e que esse fato era irreversível. Recordo-me de que, logo depois de escutar o que os médicos me informaram, ter lhes dito: “Obrigado por tudo o que vocês fizeram por mim. Mas eu não vou morrer!” Eles continuavam insistindo que eram especialistas em casos como esse e que não tinham a menor dúvida de que meu fim estava próximo. Por curiosidade, igualmente, me perguntaram: “Quem te disse que isso não ia ocorrer?” E eu lhes respondi: “Deus. Por Suas chagas eu fui curado”. Então, eles me proibiram de fazer atividades e eu decidi pregar incansavelmente. Recordo-me de que, na minha debilitada condição, tomava a Bíblia, começava a pregar e ensinava o que Jesus Cristo nos deu através de sua Cruz. Pregava sobre essa passagem (1Pd 2,24) e até dava testemunho da minha cura. Muitos dos que caminhavam comigo diziam que eu estava mentindo, porque a verdade era que meus dias estavam contados.

“Por Suas chagas eu fui curado”

Ao final da pregação, eles me levavam para um local reservado, pois, por conta das tonturas, eu desmaiava e caía no chão banhado em sangue. Meus irmãos tinham que sair correndo comigo para o hospital. Outras vezes, permanecia inconsciente por alguns minutos caído no chão. Depois de algum tempo, eu me levantava com algum esఫ orço, pegava o meu lenço e tentava me limpar daquele sangue como podia.

Podem me chamar de louco ou fanático, ou seja, uma pessoa que cegamente crê em algo. Hoje eu estou em pé aqui, porque cegamente acreditei em Deus. Porque caminhava crendo em meu Deus. Porque quando eu desmaiava e caía no chão, logo em seguida me levantava novamente.

Deus não respeita homens, não faz distinção entre uns e outros, porque todos somos iguais diante d’Ele. Não olhe para mim como um super-homem. Você é filho de Deus! E o que Cristo fez na cruz – o fez por você também. Por Suas chagas, as chagas do Crucificado, você também foi curado! A você basta acreditar nesse sacrifício que Ele fez por todos nós e confiar plenamente n’Ele. Jesus Cristo hoje diz a você: “Toma teu leito, vai para casa, porque já estás curado.”


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

No deserto das emoções

Quando não queremos ouvir a voz da alma
Tornou-se normalidade nos dias de hoje a dependência de emoções…
Se vamos a uma festa e não damos boas gargalhadas até alcançarmos a euforia, logo dizemos que a festa não foi boa…
Se uma noiva ao dizer o seu sim no altar não demonstrar voz trêmula e não deixa vir as lágrimas, desacreditamos de sua verdade…
Se contamos a alguém sobre um novo projeto ou conquista, e este alguém não vibra conosco, sentimo-nos rejeitados…
Mas por que será que estamos sempre em busca de emoções, de sentido para nossos sentimentos? Porque somos da geração fast food, da geração 24h, da geração "faça que eu pago".
Uma geração que não caminha mais em praça pública, porque é melhor uma esteira elétrica. Geração que não sente o vento no rosto, pois acostumou-se com o ar-condicionado; a geração que não levanta o bumbum do sofá, porque há controle na mão
Geração BBB que, quando alguém não nos agrada, simplesmente a eliminamos. Geração que não sabe o que quer e, por isso, experimenta de tudo um pouco para ver se alcança um êxtase... nem que seja por alguns segundos. Uma geração que não dorme no silêncio e tem sempre um fone nos ouvidos com música, porque teme ouvir a voz da alma ou, quem sabe, a voz da própria consciência.
No entanto, quando uma geração corre atrás de seus sonhos, está aprendendo a viver em equipe, caminhando para ser resiliente e surpreender; adapta-se ao novo e está em constante mudança, num eterno adaptar-se, quebrando a cara, essa geração levanta e caminha.
Não quero de maneira nenhuma ser contrária à praticidade da vida moderna, mas a modernidade não pode nos aprisionar formando um muro para o natural da vida.
Portanto, não permita que por falta de emoção sua vida torne-se um deserto. E mesmo que em alguns momentos o deserto venha, lembre-se de que a primavera não é a mesma se não passar pelo outono. Assim como a companhia não será a mesma após um deserto. No seu deserto, saia em busca do poço que matará sua sede e não voltará a ter novamente, porque a sede da alma nada mais é do que a inquietude de uma busca pelo o eterno que se chama amor; e a supremacia do amor chama-se Deus.

terça-feira, 13 de outubro de 2009


Maria, a mulher perfeita...

Em Maria, a mulher assume o seu verdadeiro valor .


Nunca deveríamos nos cansar de olhar para Maria como modelo de toda mulher. Em Maria, virgindade e maternidade se fundem numa maravilhosa harmonia. Nela, contemplamos a maturidade afetiva que, integrada pela fé, oferece-nos um novo caminho de libertação e de alegria na própria vida.
Deus, na Encarnação do Verbo, dispensou a cooperação do homem mas não da mulher. Essa única realidade deveria fazer exultar todas as mulheres e fazer do 'Magnificat' o seu cântico de libertação. Deus continua a olhar cada mulher com carinho e amor, como um dia olhou para a virgem Maria, chamando-a a esse grande gesto de cooperação. Enquanto houver homens e mulheres abertos ao mistério da vida, teremos a experiência do amor. Em Maria de Nazaré, a mulher assume o seu verdadeiro valor e sentido.
O mundo feminino depois do mistério da Encarnação, não será o mesmo. A mulher não foi criada nem mais nem menos importante que o homem, mas como alguém sem o qual não existe a presença da vida. Na escola de Maria de Nazaré, devemos aprender a respeitar a mulher e colocar-nos lado a lado na construção de um mundo novo.
No dia do 'Jubileu das mulheres', todos os homens devem pedir desculpas a elas por não as amar como merecem, por não as respeitar e por transformá-las tantas vezes em objeto descartável. Resgatar a dignidade da mulher é obra de todos.
Em Maria, quero prestar minha homenagem a todas as mulheres que se abrem à vida, que lutam para gerar vida e são capazes de morrer para que a vida possa viver. Amar Maria é amar toda mulher.
O que mais me comove em Maria é contemplá-la grávida, carregando e gerando vida. Que toda mulher grávida possa ser sempre o símbolo mais forte da vida e encontre em todos acolhida. Quem acolhe uma mulher grávida não acolhe somente uma vida, mas duas. Que toda mulher grávida, seja quem for, sempre se sinta amada, jamais explorada.
Ave Maria, mulher cheia de graça
Que em toda mulher eu saiba contemplar a ternura de Deus;
Que em toda mulher grávida eu saiba adorar a vida;
Que em toda mulher eu possa ver alguém que me contempla;
Que eu possa lutar com toda a força para que não haja mais mulher marginalizada, sofrida desrespeitada.
Que nenhuma mulher seja obrigada a se vender e a prostituir-se para poder sobreviver...
A toda mulher, seja quem for, quero prestar a minha homenagem e pedir perdão porque nem sempre as amei nem lutei ao seu lado.

Deus abençoe cada mulher neste dia e que sejam muito felizes!

Amém!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Da próxima vez que você pensar que Deus não pode usá-lo, lembre-se que...

ABRAÃO era velho demais
ISAQUE era um sonhador.
JACÓ era um mentiroso.
MOISÉS tinha um problema de gagueira.
GIDEÃO estava com medo.
SANSÃO tinha cabelo comprido e era um mulherengo!
RAABE era uma prostituta!
JEREMIAS e TIMÓTEO eram jovens demais.
DAVI teve um adultério e foi um assassino.
ISAIAS pregou pelado.
JONAS fugiu de Deus.
NOEMI era uma viúva.
JÓ faliu.
JOÃO BATISTA comia gafanhotos
PEDRO negou Cristo.
Os DISCIPULOS caíram no sono enquanto oravam.
MARTA se preocupava com tudo.
MARIA MADALENA foi, bem, você sabe...
A MULHER SAMARITANA tinha se divorciado, e teve maridos que não eram dela...
ZAQUEU era pequeno demais.
PAULO era religioso demais (fanático).
TIMÓTEO tinha uma úlcera.
E LÁZARO ESTAVA MORTO! ...agora não tem mais desculpas.


Deus esta esperando usar todo o seu potencial.

EU ACREDITO QUE ELE PODE E VAI... "VAMOS EVANGELIZAAAAAAR"